O plástico começou sua história substituindo materiais como marfim e madeira. E em 1909 começa o uso de copos descartáveis, com objetivo de restringir a disseminação de doenças por conta do uso de xícaras comunitárias.

1900
Substituindo o marfim dos elefantes, os cascos e os chifres dos bovinos, surge a Baquelite, primeira forma comercial de plástico totalmente sintético - em uso até hoje, tendo como apelo sua versatilidade e sua modernidade.

1912
São desenvolvidos os primeiros revestimentos e filmes com o PVB – Poli(vinil butiral), utilizado em laminação para vidros de segurança como para-brisa de automóveis. 

1927
Descoberto método de plastificar o PVC e convertê-lo em um material flexível que pode ser usado em pisos, isolamento elétrico e membranas. 

1935
Dois desenvolvimentos durante os anos 30 foram impactantes para a indústria do plástico. Primeiro, os fabricantes aprenderam a produzir poliestireno, polímeros acrílicos e poli (cloreto de vinila) a partir do petróleo. Em segundo lugar, a moldagem por injeção deixou de ser um problema e tornou-se totalmente automática em 1937. Ambos resultaram em ótimas notícias para os consumidores, pois os preços dos produtos finais foram reduzidos, tornando diversos produtos acessíveis a qualquer pessoa. Em 1935, o PMMA - Poli (metil metacrilato) (Acrílico) começa a ser utilizado na produção de cabines de aeronaves e outras proteções.

1940
Quando, em 1938, a Poliamida (Nylon®) foi inventada, novo passo foi dado pelo plástico em direção à intimidade e ao corpo humano. O plástico entrou no âmbito da moda, do estilo, da vaidade e da elegância.

1950
Os anos 50 presenciaram o crescimento dos laminados decorativos, aqueles conhecidos como Formica® muito populares em lanchonetes e restaurantes nos EUA. Ao mesmo tempo, a resina de melamina-formaldeído torna-se popular na fabricação de utensílios domésticos. Nos anos 50, os plásticos tornam-se a nova tendência na indústria de confecção de vestuário. Tecidos de poliéster, Nylon® e Lycra® eram fáceis de lavar, dispensavam a necessidade de passar as roupas e eram muito mais baratos que os tecidos naturais. Como resultado, o plástico se tornou muito popular entre os consumidores cansados do cotidiano do trabalho doméstico.

1960
Nos anos 60, o plástico atingiu seu ápice em termos estéticos. Móveis, lustres, utensílios, tecidos, acessórios, tudo poderia - e deveria - ser de plástico: colorido, chamativo, de formato exótico e acabamento perfeito. Durante muitos anos, o plástico foi referência estética, visual e de bom gosto. O plástico chegou com apelo futurista, arrojado, dinâmico e alinhou o Brasil à modernidade do mundo. Além disso, a corrida espacial começa nos anos 60 e os plásticos aparecem como importante material na produção de componentes para naves espaciais. Seu baixo peso e versatilidade fazem dele um material fundamental para o sucesso da exploração espacial.

1970
Os plásticos estavam presentes “nos bastidores” e sua importância crescente em avanços tecnológicos começou a decolar nesta década. Na engenharia e na emergente indústria de computação, os novos “super polímeros” estavam começando a substituir os metais. Entre outras características, a natureza higiênica dos plásticos significava que seu uso na área da saúde se tornava cada vez mais importante. A música, a fotografia e o vídeo também souberam se servir dos benefícios do plástico.

1980
Ninguém que tenha crescido nos anos 80 pode estar completamente imune ao plástico, ao seu caráter divertido ou à sua presença constante e marcante no cotidiano. Os meios de transportes começam a utilizar maior quantidade de conteúdo em plástico que alcança 11% em 1988. Além disso, houve avanços também para os aviões. O primeiro teste de um avião todo produzido em plásticos é realizado neste ano. Nesta década, os hábitos de compras mudaram muito com o surgimento dos super e hipermercados no Brasil, e com eles, veio a redução da compra de alimentos frescos. Os plásticos são desta forma, muito usados nas embalagens e são essenciais para manter o frescor dos produtos que compramos.

A explosão global das comunicações durante os anos 80 e 90 somente foi possível devido ao uso dos plásticos. Equipamentos como computadores, cabos de fibra óptica e telefones utilizam plásticos em grande quantidade que conferem resistência, baixo peso, isolação e flexibilidade. Transportes também começam a utilizar muito mais plásticos. O uso dos plásticos em carros passou para 11% de 1974 a 1988. Nesta década os hábitos de compras mudaram muito com o surgimento dos super e hipermercados e com eles, veio a redução da compra de alimentos a granel. Os plásticos são desta forma, muito usados nas embalagens e são essenciais para manter o frescor dos produtos que compramos.

1990
Embora os plásticos já fossem considerados materiais “maduros” houve novos e importantes desenvolvimentos durante este período. As demandas dos consumidores por produtos com maiores tempos de prateleira e frescor levaram ao desenvolvimento de sofisticados filmes multicamadas que eram frequentemente mais finos que seus antecessores menos eficientes. Com o aumento da ênfase na proteção ao meio ambiente, novas técnicas foram desenvolvidas para recuperar e reciclar os produtos plásticos ao término de sua vida útil.

2000 em diante...
Os plásticos possuem um futuro brilhante. Como uma indústria inovadora que contribuiu com os avanços críticos no século XX e é a chave para alcançar algumas das maiores metas no novo século: avanço tecnológico, proteção ao meio ambiente, prosperidade econômica e melhoria dos padrões de vida para toda a humanidade.